Segunda-feira, 6 de Junho de 2005

Jardim das Freiras, Simplesmente Freiras

51a-bl.JPG

Ontem fui obrigado a assistir à inauguração do novo Simplesmente Freiras. Fui obrigado porque a minha filha era participante no festival infantil que marcou a abertura das novas freiras. Já o disse aqui repetidamente e continuo a dizer que gostava mais do Jardim das Freiras com jardim do que das Freiras, agora "Largo das Freiras" (para mim "Simplesmente Freiras") sem jardim, quase sem árvores, quase sem nada.
À vezes brinca-se à arquitectura. Quando se projecta (Srs arquitectos com o consentimento dos Sr.s políticos) deve-se ter em conta a tradição dos sítios, das pessoas, das histórias e estórias que esses mesmos sítios/locais registam ao longo dos anos. Às vezes mais vale preservar que renovar ou alterar. Estas novas Feiras, não são as Freiras da minha gente, dos que repetidamente, passo após passo, debitaram muitos passos no antigo Jardim das Freiras.

Política à parte, mas no Jardim das Freiras, os políticos erraram. Quer seja o antigo projecto PS, quer seja o actual projecto. As Freiras deixaram de ser Freiras. Por favor chamam-lhe outro nome. Largo da Pedreira, pode ser, como os mais críticos já lhe chamam.

Fica aqui o registo em fotografia dos tempos iniciais do jardim que já faz parte da história.

publicado por Fer.Ribeiro às 02:35
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9 comentários:
De Rui Leonardo a 8 de Junho de 2005 às 12:27
Para por finalmente a nossa vergonha a nú, peço ao Sr. Arq. Pluto, o favor de colocar no blog, uma foto actual da dita cuja eira da pedra.


De Francisco Rodrigues a 8 de Junho de 2005 às 11:17
Com gente deste calibre só poderá funcionar a justiça popular.


De matrix a 7 de Junho de 2005 às 23:44
Agora é só colocar uma rede de Voleibol e ficamos com outro campo igual ao do antigo Liceu!
Ainda uma vantagem é de que estamos mais perto do "Aurora" para matar a sede já que saudades não podemos matar!
Ainda estou a ver esta ideia aproveitada pelo sr.Altino ou pelo Dr.Neves!
Força Chaves Viva!


De humberto serra a 7 de Junho de 2005 às 10:20
E que eu saiba( não sou geologo), essa pedra da região centro, é muito menos resistente que o granito. Só pode ter sido alguma "negociata" do genero: -compra-se esta pedra e "mamam" ($$$$) as duas partes envolvidas no negócio, prática muito comum no nosso Paìs, então no toca a câmaras municipais, é só "negociatas" desse género, não sei se foi este o caso, mas......


De cb a 7 de Junho de 2005 às 09:16
Não posso crer no que li. Como é isso possivel...!?! Não há razão alguma de ordem estética para outra opção que não pedra da região! Do ponto de vista financeiro não vejo qualquer justificação! Qual a razão então ?!


De Rui Leonardo a 6 de Junho de 2005 às 23:07
Tem razão o "Bravo", mas eu estou em condições de revelar o milagre proporcionado pela "eira de pedra". Quem nestes dias de verão se "assentar" naquelas pedras, é certo e sabido que fica estéril; ou seja, fica "capado" (por causa dos grães, e do calor medicinal, emanado das ditas cujas pedras, está bom de ver).
Quem teria tido esta excelente ideia, só poderia ter sido alguém com formação e mestrado na área.
Sim senhor "ganda" ideia. Gente "fina"?????


De Bravo a 6 de Junho de 2005 às 21:00
Perdoem o erro gramatical cometido no comentário anterior.
Dissemos:Utilizava-mos e queríamos dizer utilizavamos.Desculpem


De Bravo a 6 de Junho de 2005 às 17:55
O seu comentário tem a minha inteira concordância.
De facto, não entendo o "gosto" dos senhores arquitectos que projectaram a "PEDREIRA" ou, melhor ainda, a EIRA DE PEDRA!
Ainda por cima a PEDRA é tipicamente transmontana(?) da zona de Ourém!... Puro calcáreo, já se vê!!!
Será que querendo fazer uma eira de pedra, no centro da zona histórica de Chaves, não encontraram, na zona, granito suficiente?
Este era um bom tema para debater na já próxima feira do granito, em Vila Pouca de Aguar.
Ao ser editado pela USAF um dicionário de Transmontanismos onde podemos rever, com saudade, palavras que só nós, transmontanos, utilizava-mos e serviam para manter a nossa identidade de habitantes de PARA CÀ DO MARÂO,vemos agora a rocha típica da região trocada pelo calcáreo da Zona de Fátima. Será milagre?


De humberto serra a 6 de Junho de 2005 às 10:19
Resta-nos moer o juizo a esses gajos, com fotos e mais fotos.


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